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domingo, 29 de setembro de 2013

Camões, esse desconhecido...


«La Plaza de Portugal, proyectada a finales de los años veinte del pasado siglo, fue inaugurada en 1933, con motivo de la celebración de una semana de Portugal en Vigo. Y un año más tarde, el monumento a Luis de Camões, ofrecido a la ciudad por el Comité de la Exposición Colonial de Oporto, que presidía el capitán Enrique Galvao. Su autor fue el escultor Souza Caldas, director de la Escuela Industrial de Oporto y que tenía el taller en Vila Nova de Gaia. Desde hace años, las autoridades consulares de Portugal en Vigo vienen reclamando, sin éxito hasta ahora, un rótulo o placa "que diga quien es el hombre ilustre a quien rememora ese busto de bronce." [...] [ler a notícia completa no Faro de Vigo aqui]

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Fonte da imagem: aqui

domingo, 11 de agosto de 2013

Vigo: o Capitão Nemo


Tributo da realidade à ficção, homenagem das gentes de Vigo ao Capitão Nemo e ao seu genial criador Jules Verne [ver aqui]. A estátua foi encomendada pela Associação das Mulheres Empresárias de Pontevedra. A obra pertence ao escultor José Molares. 
Sentado em cima do seu lendário polvo, o autor de As 20 000 Léguas Submarinas [ler o texto integral aqui] ali está, sisudo e misterioso. Um dos capítulos do livro denomina-se A Baía de Vigo. Eis a razão.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O rufar do coração


Na rua, em Vigo, aproximava-se de nós um som e nós ao seu encontro. A vista encontrou o local. Uma banda de música, uma vasta assistência. O som ocupava a praça em dia quente, irmanando-se no calor humano da assistência. Ao mudar as folhas da pauta percebeu-se que iriam tocar uma zarzuela. Os metais abriram o tom, sussurante a "caixa" rufava o coração.

Este parte...


Terra de emigração, a Galiza deu ao mundo tanta força de trabalho que lhe falta. Também a Portugal. Em oitenta anos quase um milhão de galegos emigrou. 
Trabalhadores esforçados, a aceitar as mais humildes funções, ficou na nossa terminologia o «trabalhar como um galego» o sinónimo de trabalhar que nem escravo [ver aqui], no patamar da vida, onde se sofrem as humilhações e desconsiderações dos que do trabalho emigrado usufruem.
Estive no porto de Vigo onde se presta, pela estatuária, uma homenagem comovida a todos quantos partiram na luta pelo pão. A afastar-se, a modesta mala na mão, ei-lo que parte. As lágrimas dos que ficam são a sua "morrinha". A regra é nunca olhar para trás, para que não se parta o coração.